sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A Terra pode ficar assim se a temperatura subir mais com o aquecimento global


     Como o mundo pode ficar se os países não conseguirem chegar a um acordo ambicioso em dezembro para reduzir as emissões causadoras do efeito estufa? O prognóstico com o melhor da ciência foi feito pelo Hadley Center, o principal instituto de pesquisa climática do Reino Unido. Eles compilaram os dados mais recentes e confiáveis sobre como o aumento de temperatura, previsto caso as emissões continuem crescendo, pode impactar as várias regiões do planeta. O resultado pode ser visto no mapa interativo acima, que acaba de ser divulgado em Londres.
     "Se as emissões continuarem a crescer no ritmo atual, a temperatura média da terra deverá subir cerca de 4 graus Celsius até o fim do século, ou até bem antes disso", disse Vicky Pope, a diretora de mudanças climáticas do Hadley Center. "As consequências serão severas. É preciso agir agora para evitar falta de alimentos e de água no futuro".
     As previsões dos cientistas incluem extremos calor e secas, risco maior de incêndios florestais e aumento do nível do mar. As colheitas devem cair nas maiores áreas produtoras de cereais do mundo. Metade das geleiras dos Himalaias encolherão significativamente até 2050. Como isso afeta o fluxo de grandes rios que dependem do degelo, cerca de 23% da população da China enfrentará falta de água. Impactos semelhantes estão previstos para outras regiões do mundo, inclusive o Brasil.
     "Não podemos lidar com um mundo 4 graus mais quente", diz David Miliband, secretário de relações exteriores do Reino Unido. "Esse mapa claramente indica a escala do desafio que enfrentamos hoje". O mapa foi elaborado com base em um aumento de 4 graus Celsius na temperatura global média em relação ao período pré-industrial.
     Confira AQUI.

Autor: Alexandre Mansur - Blog do Planeta
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Bolívia propõe a criação de corte ambiental internacional


País deve sofrer seriamente com mudanças climáticas, apesar de emitir poucos poluentes.

     Um grupo de organizações sociais bolivianas tentou angariar apoio internacional na conferência sobre clima de Barcelona a fim de estabelecer um tribunal para julgar casos de "justiça climática".
     Eles esperam que a corte force multinacionais a pagarem indenizações à comunidades indígenas que sofrem efeitos do aquecimento global.

"Não queremos ser vistos como mendigos, não viemos pedir esmolas, mas sim justiça", diz Angelica Navarro, uma das negociadoras

     A proposta tem o apoio do presidente boliviano, Evo Morales, e de seus aliados na Alba, o bloco regional bolivariano.
     Na semana passada, em Londres, o presidente do Equador, Rafael Correa, elogiou a proposta, argumentando que países como Equador e Bolívia precisam "cobrar sua dívida ecológica".
     Notícia completa AQUI.

Wilson Junior Weschenfelder
Biólogo/Bacharel em Ecologia
Especialista em Licenciamento Ambiental
Doutorando em Desenvolvimento Regional
http://biowilson.blogspot.com/


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Exploração de petróleo no pré-sal traz dilemas na era da crise climática


Petrobrás quer 'devolver' CO2, mas para isso precisa aprender a separá-lo.
Atividade também demanda novo impulso científico no Brasil.


     O G1 volta a publicar, com exclusividade, íntegra de reportagem da 3ª edição da revista "Unesp Ciência", lançada nesta sexta-feira (6). Clique aqui para ter acesso ao conteúdo completo da edição.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,32855969-FMM,00.jpg
Diferentemente dos arenitos turbidíticos que formam os reservatórios do pós-sal, as rochas carbonáticas microbianas ainda foram pouco estudadas (Foto: Guilherme Gomes/Unesp Ciência)

     Nas décadas de 1970 e 1980, era comum ouvir que o petróleo do mundo iria se esgotar por volta do ano 2000. O Pró-Álcool, por exemplo, que hoje coloca o país em posição de destaque na corrida mundial por biocombustíveis, foi fortemente motivado por essa premissa, hoje aparentemente equivocada. Quase dez anos depois do que seria o triste fim dos combustíveis fósseis, o "ouro negro" tem aparecido em toda parte. A descoberta de imensas reservas de óleo e gás na Bacia de Santos (litoral paulista), em profundidades que variam entre 4 e 7 quilômetros abaixo da superfície da água, o chamado pré-sal, é um exemplo disso.
     E o Brasil não está sozinho. Para provável desencanto dos que acompanham as discussões sobre aquecimento global e mudanças climáticas, pelo menos 200 novos campos foram descobertos só neste ano em diversos países, vários deles de grande porte e em águas profundas.
     Notícia completa AQUI.

Autora: Luciana Christante da 'Unesp Ciência'
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Boletim do dia 6 de Novembro de 2009 - Rebia

A ONU espera o Brasil


No dia em que o presidente Lula declarou, em Londres, que o Brasil não levará metas numéricas à conferência do clima em Copenhague, o secretário da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, disse...

Sem Terra continuam jornada de lutas no Pará


O MST do Pará continua a jornada de lutas contra a lentidão do processo de Reforma Agrária, pelo assentamento das 2 mil famílias acampadas no estado e por obras de infra-estrutura nos assentamentos...

Bancada da motosserra recua após pressão da sociedade


Votação do projeto de lei da Floresta Zero foi cancelada; texto é um atentado às florestas nacionais. A confusão do lado de fora da sala onde a Comissão do Meio Ambiente se reuniria hoje para votar o Projeto...

Pesquisadores analisam problemas da Reforma Agrária na Amazônia


 

Reconcentração fundiária e desmatamento foram detectados nos projetos de assentamentos na região - No último mês, a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff apresentou dados sobre a reforma agrária no Brasil que, segundo ela, colocam o país na...

Kátia Abreu: Copenhagem não pode ser palco de um teatro


 

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, propôs ao senador Chuck Grassley, do Comitê de Agricultura, Nutrição e Florestas, do Congresso norte-americano, que países como Brasil, Estados Unidos, Arg...

Adaptação prioritária

Cientistas de mais de 30 países se reúnem em São José dos Campos para discutir a questão da adaptação às mudanças climáticas nas nações em desenvolvimento – as áreas mais vulneráveis do mundo aos impactos...
 Agenda Socioambiental

V Encontro de Educadores Ambientais do DF


Caminhos construídos e Olhares que dialogam é o tema escolhido para o V Encontro de Educadores do Distrito Federal a ser realizado nos dias 11, 12 e 13 de novembro de 2009. Este evento é uma realiz...
 Colunistas

Como despertar a consciência ecológica em quem projeta e constrói o ambiente? - Maurício Andrés Ribeiro


O que faz um arquiteto projetar prédios que exigem uso intensivo de ar condicionado, que demandam alto consumo de energia, desadaptados do ambiente natural, num clima tropical, num design que desperdiça recursos naturais...

Mudanças Climáticas e Pegada Carbônica - A Negociação Justa - Luiz Prado


Ao tentar estabelecer metas de redução das emissões de gases causadores de mudanças climáticas – em especial com foco no desmatamento -, o Brasil está no caminho  errado e perde uma grande oportunidade de assumir a liderança...

Todos são responsáveis - Marina Silva


 
Nesta manhã de quarta-feira (04/11) está prevista uma nova votação, na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, do projeto (PL 6424/05) que altera substancialmente o Código Florestal. Se aprovada, a proposta...

Fonte: Rebia
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Boletim do dia 28 de Outubro de 2009 - Rebia


Frota de veículos cresce até 240% em oito anos nas maiores cidades do país

Entre 2001 e 2009, o Brasil ganhou mais de 24 milhões de carros, caminhões, motocicletas e outros veículos - uma alta de 76% na frota total. Mas em algumas das maiores cidades brasileiras, a expansão foi bem...

Público dos EUA preocupa-se cada vez menos com a mudança climática

A preocupação da população norte-americana frente o aquecimento do planeta caiu constantemente nos últimos três anos, segundo o Centro de Pesquisas Pew para o Público e a Imprensa. A última pesquisa da...

Estudantes unidos em prol do meio ambiente. Veja vídeo

A união entre as escolas municipais Irmã Valéria e Arnaldo Reinhardt e a Escola Estadual Antônio Conselheiro, todas no bairro Canudos, está rendendo bons frutos. Em prol do meio ambiente, professores...

Companhia Ambiental - SP oferece vagas de até R$ 3.456,00

 

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB, Sociedade de Economia Mista vinculada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente (www.cetesb.sp.gov.br), torna pública a abertura de inscrições para a realização de Concurso Público para form...

Relatórios de Sustentabilidade começam a ser incorporados pelo setor empresarial - Fabrício Ângelo

 

Em tempo de catástrofes climáticas, desmatamento, trabalho escravo e farra do boi na Amazônia, talvez haja uma luz no fim do túnel planetário. E ela se chama Responsabilidade Socioambiental Empresarial. Também chamada pelos especialistas de RSE, essa...

Animais Domésticos em Perigo

 
O Congresso Nacional poderá votar e aprovar, em breve, o PL 4548/1998, de autoria do ex-deputado José Thomaz Nonô, cuja intenção é alterar um artigo da Lei de Crimes Ambientais. O objetivo é modificar a lei , excluindo os animais domésticos dos...
Artigos & Opiniões

Pelo fim dos rodeios - José Luiz Guimarães

 
Atualmente, o município de Guarulhos, na Grande São Paulo, é palco de um importante debate. Está em análise nas comissões da Câmara Municipal um Projeto de Lei cujo intuito é permitir novamente a realização de rodeios na cidade. Esse novo texto...

Sementes de uma nova era - Jaqueline Macedo Gomes

 
1968 – este foi o ano marcado pelo não-conformismo e pela urgência em transformar o mundo. Jovens de todo o planeta levantaram-se contra todas as formas de conservadorismo e autoritarismo. Começaram a surgir os primeiros sinais de desc...

Lixo voador - Bruno de Amorim Maciel

Em algum lugar do espaço aéreo brasileiro, entendi, na prática, o significado da expressão: "O diabo mora nos detalhes". O vôo decolou de manhã cedo e eu estava ansioso pelo serviço de bordo. Há de se entender que...

Salvemo-nos com o Planeta ! - Pedro Casaldáliga

Vinte anos atrás tratavam de ecologia umas poucas pessoas, tachadas inclusive de bucólicas ou de derrotistas. Não era um tema sério nem para a política nem para a educação nem para a religião. Podia-se venerar a Francisco de Assis...

Fonte: Rebia
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O desmonte da legislação ambiental no RS - parte II


     Desde o governo Germano Rigotto (2003-2006), assinala Brack, a área ambiental do Estado foi loteada entre políticos do PSDB, "numa espécie de prêmio de consolação para candidatos que não tinham sido eleitos". Passaram pela secretaria o deputado estadual Adilson Troca, o ex-chefe da Casa Civil, José Roberto Wenzel e o candidato a deputado não eleito Mauro Sparta. "Cada um deles ficou cerca de um ano na Secretaria, sem nenhuma política consistente", avalia o professor da UFRGS. No governo Yeda, a situação se agravou ainda mais.
     Em abril de 2007, aponta ainda Brack, ocorreu uma intervenção branca na área ambiental do Estado para favorecer as grandes empresas de celulose, rompendo as barreiras do zoneamento que tinha sido elaborado pelos técnicos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). A partir daí, o governo decidiu simplesmente afastar qualquer técnico ou administrador que pudesse ser um obstáculo a essa tendência de liberação total de empreendimentos. Em 2008, exemplifica, apenas 0,4% dos pedidos de licenciamento foram recusados. "Isso vai contra toda necessidade de obedecer ao sistema nacional de meio ambiente e suas leis".
     Além do uso político da pasta do Meio Ambiente, acrescenta Brack, dois ex-secretários receberam recursos das papeleiras (Adilson Troca e Mauro Sparta) em suas campanhas. Outro titular da pasta, Berfran Rosado (foto), recebeu R$ 39 mil e era o coordenador da Frente Parlamentar Pró-Florestamento. "Como é que alguém que recebe dinheiro de empresas de celulose na sua campanha eleitoral vai atuar na área do Meio Ambiente e tomar decisões envolvendo interesses dessas empresas?"

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Berfran Rosado

     O mais recente capítulo desse processo de desmonte ocorre agora na Assembléia Legislativa, onde o governo tenta aprovar o PL 154, protocolado como sendo da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, mas que nunca foi discutido nem votado pelos deputados integrantes da comissão. "O presidente Edson Brum (PMDB), simplesmente coletou nove assinaturas, exceto do PT e PSB e protocolou o projeto", denuncia o deputado Dionilso Marcon (PT). Inspirado em legislação aprovada recentemente em Santa Cataria, o PL 154 significa uma flexibilização ainda maior da legislação ambiental no Estado, em flagrante desacordo com a legislação federal, em especial no que diz respeito ao Código Florestal.
     O projeto que altera toda a legislação ambiental do RS poderá ser votado nesta terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça. As entidades ambientalistas estão mobilizadas para tentar evitar esse grave retrocesso no Estado. O relator, deputado Marquinhos Lang (DEM), já deu parecer favorável ao mesmo e o deputado Luiz Fernando Záchia (PMDB) pediu prioridade para que o PL seja votado rapidamente.

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     Diante desse quadro, a Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente (APEDeMA-RS) lançou uma ação via internet para lotar as caixas de correspondência dos deputados com mensagens de protesto e indignação contra as mudanças propostas pelo PL 154.

     A estratégia da ação é seguinte:
1 – Onde diz Assunto escreva – Vote não à PL 154, pela manutenção do Código Ambiental.
2 – Cole os endereços de email dos deputados:
alceu.moreira@al.rs.gov.br; fernando.zachia@al.rs.gov.br; edson.brum@al.rs.gov.br; elvino.bohngass@al.rs.gov.br; fabiano.pereira@al.rs.gov.br; francisco.appio@al.rs.gov.br; pedro.westphalen@al.rs.gov.br; nelson.marchezan@al.rs.gov.br; adroaldo.loureiro@al.rs.gov.br; giovani.cherini@al.rs.gov.br; iradir.pietroski@al.rs.gov.br; marquinho.lang@al.rs.gov.br; luciano.azevedo@al.rs.gov.br; bancada.dem@al.rs.gov.br; bancada.pdt@al.rs.gov.br ; bancada.pp@al.rs.gov.br; bancada.pps@al.rs.gov.br; bancada.prb@al.rs.gov.br; bancada.psb@al.rs.gov.br; bancada.psdb@al.rs.gov.br; bancada.pt@al.rs.gov.br; bancada.ptb@al.rs.gov.br

3 – No corpo de email
O ataque à legislação ambiental promovido pelos agentes políticos que deveriam zelar pela legislação do Estado é uma vergonha. A sociedade não foi consultada sobre as alterações propostas pelo Projeto de Lei 154, a consulta e proposição ficou limitada aos setores produtivos, e as conseqüências ambientais deste projeto serão sentidas por toda a sociedade. Caros deputados, coloquem a mão na consciência e não dêem andamento a este suicídio ecológico. A produtividade das terras e a produção de alimentos necessitam de um ambiente equilibrado, fora isto toda iniciativa de ampliar a produção e explorar a terra de forma exaustiva, significa a perda de potencial produtivo em médio e longo prazos, além da dependência e subordinação dos produtores às empresas de insumos, deixando a terra apenas como suporte, um meio de cultura, onde a produção necessitada cada vez mais de aditivos externos para garantir a produção. Ademais, fragilizar a legislação ambiental, no momento em que o mundo todo busca alternativas para conter os impactos da crise ambiental e climática, demonstra o grau de desconhecimento das verdadeiras demandas sociais e da urgência do tema, por parte do nosso legislativo, por parte dos nossos representantes. Estamos de olho nos Senhores, e vamos cobrar uma postura ética e moral referente às questões ambientais. Por nossos filhos e netos, pelas futuras gerações. Seu voto pode garantir a sustentabilidade ambiental do RS. Nossos votos podem garantir a sustentabilidade de seus mandatos.

Fonte: RS Urgente
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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O desmonte da legislação ambiental no RS


     O governo Yeda Crusius (PSDB) entrará para a história, entre outras  coisas, como o patrocinador do maior ataque à legislação ambiental  no Rio Grande do Sul. No final de setembro, entrevistei Paulo Brack, professor do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, para o Adverso, publicação da Associação dos Docentes da UFRGS (ADufrgs).

http://centrodeestudosambientais.files.wordpress.com/2009/10/thumb_materia_1347.jpg
Prof. Paulo Brack, professor do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

     Na entrevista, publicada na edição n° 170 do Adverso, Brack denuncia o que está acontecendo no Estado:
    "O setor ambiental está sofrendo uma pilhagem no Rio Grande do Sul. O Estado, na área ambiental, deveria responder às demandas da sociedade e não apenas as de um grupo de empresas. Os técnicos da área ambiental não conseguem fazer nada e são pressionados a emitir licenças para obras sem estudo de impacto ambiental prévio. O cenário é bizarro e marcado pela truculência."
     Confira o restante do artigo AQUI

Fonte: RS-Urgente - OngCea
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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